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O que é due diligence de terceiros

Due diligence de terceiros é o processo de avaliar fornecedores, parceiros e clientes antes e durante a relação, para identificar riscos legais, financeiros e reputacionais. Risco de terceiro é risco próprio.

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Por que importa

Um terceiro sancionado, com passivo fiscal relevante, processos em volume atípico ou sócio inidôneo expõe quem o contrata, em conformidade e reputação. Programas de integridade e normas de PLD tornaram a triagem de terceiros uma obrigação, não uma cortesia.

O que checar

Os sinais públicos essenciais: sanções nacionais (CEIS, CNEP, CEPIM, Lista Suja, TCU) e internacionais (OFAC, ONU, UE); condição de PEP entre sócios e beneficiários finais; dívida ativa e regularidade fiscal; passivo judicial; estrutura societária e beneficiário final; e a saúde cadastral na Receita.

Níveis de profundidade

A diligência básica confirma identidade, regularidade e ausência em listas. A reforçada se aplica a relações de maior risco (alto valor, PEP, jurisdições sensíveis) e investiga a rede societária, o beneficiário final e a origem dos recursos. O nível certo é proporcional ao risco: aplicar a diligência mais profunda a todos os terceiros é caro e lento; aplicar a mais rasa aos de alto risco é perigoso.

Os sinais de alerta (red flags)

Alguns padrões pedem aprofundamento imediato: presença em listas de sanção, sócio ou beneficiário final que é PEP, estrutura societária com camadas de holdings sem propósito claro, empresa recém-aberta disputando contrato de grande valor, endereço compartilhado com dezenas de outras empresas, e passivo fiscal ou judicial muito acima da mediana do setor. Nenhum sinal isolado condena; o acúmulo é que orienta a decisão.

Não é um evento, é um processo contínuo

A due diligence não termina na assinatura do contrato. Um terceiro idôneo hoje pode ser sancionado, inscrito na dívida ativa ou ter o controle societário alterado amanhã. Por isso o monitoramento contínuo, que reavalia a base de terceiros à medida que os dados públicos mudam, é tão importante quanto a checagem inicial.

Como o Sentinela automatiza

Em vez de consultar cada base separadamente, o Sentinela cruza Receita, contratos públicos, sanções nacionais e internacionais, PEP, dívida ativa e processos por CNPJ, entrega um score explicável e mantém o monitoramento contínuo. A consulta cadastral é gratuita; a análise completa é o dossiê.

Perguntas frequentes

Toda empresa precisa fazer due diligence de terceiros?
Setores regulados têm obrigação formal, mas qualquer empresa se beneficia: contratar um terceiro problemático gera risco jurídico, financeiro e reputacional próprio.
Qual a diferença entre due diligence e KYB?
KYB (Know Your Business) é a etapa de conhecer e verificar a pessoa jurídica e seus controladores. A due diligence de terceiros é o processo mais amplo de avaliação de risco que usa o KYB como base.
Com que frequência reavaliar um terceiro?
O ideal é o monitoramento contínuo, que sinaliza mudanças (nova sanção, dívida, alteração societária) assim que aparecem nas bases públicas, em vez de uma reavaliação anual que pode chegar tarde.

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